A ÍRIS é uma ferramenta que estima as chances dos candidatos nas eleições a cada momento, levando em consideração principalmente as pesquisas de opinião, confrontando-as entre si e analisando a precisão de cada uma delas em sua série histórica.
Tudo isso é combinado com a incerteza inerente a qualquer campanha eleitoral e processado em um cálculo estatístico inspirado em modelos consagrados em outros países.
Vantagem leve à direita
Flávio Bolsonaro mais bem colocado no campo
O Pêndulo representa a probabilidade do resultado final da eleição projetado pela ÍRIS. Ele oscila entre os dois campos ideológicos — direita e esquerda, conforme a chance combinada de vitória dos candidatos de cada campo.
Embaixo do Pêndulo, há o/a representante de cada campo com maior chance de vitória. O Pêndulo pende para o lado com maior chance de vencer. E quanto maior for a incerteza sobre o resultado final, mais ele balança.
Onde as pesquisas estão
Cada ponto corresponde a uma pesquisa publicada sobre o segundo turno. As linhas em cor mostram a estimativa central da ÍRIS dia a dia, e a faixa de sombra em volta de cada linha mostra a incerteza dessa estimativa — as duas descrevem a intenção de voto hoje. Depois da linha tracejada, na área marcada como PROJEÇÃO, está o intervalo projetado para o dia da eleição, 25 de outubro; ele é mais largo porque ainda falta campanha até lá. Tudo no gráfico está em votos válidos: brancos, nulos e indecisos ficam de fora.
Projeção para o 2º turno
O quadro abaixo mostra o intervalo provável da votação de cada candidato no dia da eleição, em 25 de outubro, ao final do segundo turno, em votos válidos. Não é a estimativa de hoje — essa é a que aparece no gráfico acima, na linha e na faixa de sombra em volta dela.
| CANDIDATO | PROJEÇÃO % | FAIXA PROVÁVEL |
|---|---|---|
| Flávio Bolsonaro | 51,8 | de 40,0% a 63,7% |
| Lula | 48,2 | de 36,3% a 60,0% |