Como a ÍRIS lê as pesquisas
A ÍRIS reúne as pesquisas eleitorais publicadas pelos institutos e as combina em uma estimativa única, atualizada todos os dias.
Uma pesquisa isolada é uma evidência do momento, com sua própria margem de erro. Juntando muitas pesquisas e comparando-as, a ÍRIS consegue enxergar a tendência com mais precisão e ponderar distorções sistemáticas ou resultados fora do padrão. Para garantir a confiabilidade do modelo, coletamos pesquisas realizadas desde 2010 e as confrontamos entre si e com o resultado oficial de cada pleito.
As chances de vencer a eleição indicadas no Pêndulo são obtidas através de muitas simulações do resultado a partir da estimativa atual, mas levando também em consideração o que pode ainda mudar até a data da votação.
No gráfico Onde as pesquisas estão, a faixa em torno da linha central mostra a incerteza sobre a intenção de voto de hoje: quanto mais larga, menos definido está o quadro, o que causa, também, o balanço do pêndulo.
Depois da linha tracejada, na área marcada como PROJEÇÃO, o gráfico mostra outra coisa: o intervalo estimado para o dia da eleição, que é o mesmo do quadro Projeção para o 2º turno (ou Projeção para o 1º turno, na leitura final do primeiro turno). Ele é mais largo do que a faixa de hoje porque incorpora tudo o que ainda pode mudar na campanha até lá.
No segundo turno, tudo no gráfico e no quadro está em votos válidos: brancos, nulos e indecisos ficam de fora da conta.
ÍRIS é uma ferramenta informativa e não uma previsão oficial.
