A ÍRIS é uma ferramenta que estima as chances dos candidatos nas eleições a cada momento, levando em consideração principalmente as pesquisas de opinião, confrontando-as entre si e analisando a precisão de cada uma delas em sua série histórica.
Tudo isso é combinado com a incerteza inerente a qualquer campanha eleitoral e processado em um cálculo estatístico inspirado em modelos consagrados em outros países.
Vantagem clara à direita
O Pêndulo representa a probabilidade do resultado final da eleição projetado pela ÍRIS. Ele oscila entre os dois campos ideológicos — direita e esquerda, conforme a chance combinada de vitória dos candidatos de cada campo.
Embaixo do Pêndulo, há o/a representante de cada campo com maior chance de vitória. O Pêndulo pende para o lado com maior chance de vencer. E quanto maior for a incerteza sobre o resultado final, mais ele balança.
Onde as pesquisas estão
Cada ponto corresponde a uma pesquisa publicada sobre o segundo turno. As linhas em cor mostram a estimativa central da ÍRIS dia a dia até a véspera da votação, e a faixa de sombra em volta de cada linha, a incerteza dessa estimativa. Depois da linha tracejada, na área marcada como PROJEÇÃO, está o intervalo que o modelo projetava para o dia da eleição, 25 de outubro; o quadrado ao lado de cada coluna é o resultado oficial. Tudo no gráfico está em votos válidos: brancos, nulos e indecisos ficam de fora.
Como foi o 2º turno
| CANDIDATO | VOTAÇÃO OFICIAL % | PROJEÇÃO % | FAIXA PROVÁVEL |
|---|---|---|---|
| Lula | 51,8 | 49,1 | de 46,8% a 51,4% |
| Flávio Bolsonaro | 48,2 | 50,9 | de 48,6% a 53,2% |